Os especialistas alertam, no entanto, que já não há mais espaço nas contas públicas para novos estímulos fiscais, em meio ao déficit bilionário do governo e a alta dívida do setor público. Neste ano, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chegou até a anunciar um pacote de corte de gastos, com o objetivo de economizar R$ 327 bilhões em cinco anos e equilibrar o quadro fiscal.